sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016
Eu quero
Arrastar meu corpo até o campo
Apertar minhas veias e prendê-las com um grampo
Avistar o pássaro e escutar seu canto
Abrandar a dor que vejo no teu pranto
Avaliar se eu mereço tanto
Apertar minhas veias e prendê-las com um grampo
Avistar o pássaro e escutar seu canto
Abrandar a dor que vejo no teu pranto
Avaliar se eu mereço tanto
Paro, penso
Pra que correr atrás do tempo
Pra que fingir que corro como o vento
Pra que correr se só posso chegar a um lugar
E neste lugar não tenho pressa de chegar
Pra que fingir que corro como o vento
Pra que correr se só posso chegar a um lugar
E neste lugar não tenho pressa de chegar
Um pouco de poeira
A estrada à minha frente está mais curta, mais estreita
Vejo alguns atalhos...Retornos, nenhum...
De quando em quando sopra uma brisa, o sol aparece...
Mas em geral o (meu) tempo permanece nublado
Às vezes passo por terras que parecem estéries
Outras vezes, longe, muito longe, percebo alguma cor,
penso ouvir o riso de um riacho
O último animal que vi foi um cachorro que me acompanhou
por algum tempo...
Sem nada a oferecer a ele...Simplesmente sumiu...
Embora um tanto solitária a jornada não é de todo maçante
Afinal de contas, é a minha estrada, é a minha jornada...
Certamente tenho que fazê-la sozinho
De quando em quando eu sento, descanso, me alimento com imaginação
De quando em quando afasto os pensamentos que me impelem a
sonhar com outra estrada, outra jornada
Não...Não quero outros caminhos...
Quero meus caminhos, minha estrada, minha jornada...
Ainda que me levem...
Rigorosamente...
A lugar nenhum...
Vejo alguns atalhos...Retornos, nenhum...
De quando em quando sopra uma brisa, o sol aparece...
Mas em geral o (meu) tempo permanece nublado
Às vezes passo por terras que parecem estéries
Outras vezes, longe, muito longe, percebo alguma cor,
penso ouvir o riso de um riacho
O último animal que vi foi um cachorro que me acompanhou
por algum tempo...
Sem nada a oferecer a ele...Simplesmente sumiu...
Embora um tanto solitária a jornada não é de todo maçante
Afinal de contas, é a minha estrada, é a minha jornada...
Certamente tenho que fazê-la sozinho
De quando em quando eu sento, descanso, me alimento com imaginação
De quando em quando afasto os pensamentos que me impelem a
sonhar com outra estrada, outra jornada
Não...Não quero outros caminhos...
Quero meus caminhos, minha estrada, minha jornada...
Ainda que me levem...
Rigorosamente...
A lugar nenhum...
terça-feira, 2 de fevereiro de 2016
Um dia destes
Um dia destes vou me ver em todos os lugares
Mesmo aqueles que não me são familiares
Meu sofrimento vai se tornar pequeno
Meu despertar talvez seja sereno
Mesmo aqueles que não me são familiares
Meu sofrimento vai se tornar pequeno
Meu despertar talvez seja sereno
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