Quem sou...?
(O que sou...?)
De onde vim...?
Para onde vou...?
terça-feira, 8 de março de 2016
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016
Eu quero
Arrastar meu corpo até o campo
Apertar minhas veias e prendê-las com um grampo
Avistar o pássaro e escutar seu canto
Abrandar a dor que vejo no teu pranto
Avaliar se eu mereço tanto
Apertar minhas veias e prendê-las com um grampo
Avistar o pássaro e escutar seu canto
Abrandar a dor que vejo no teu pranto
Avaliar se eu mereço tanto
Paro, penso
Pra que correr atrás do tempo
Pra que fingir que corro como o vento
Pra que correr se só posso chegar a um lugar
E neste lugar não tenho pressa de chegar
Pra que fingir que corro como o vento
Pra que correr se só posso chegar a um lugar
E neste lugar não tenho pressa de chegar
Um pouco de poeira
A estrada à minha frente está mais curta, mais estreita
Vejo alguns atalhos...Retornos, nenhum...
De quando em quando sopra uma brisa, o sol aparece...
Mas em geral o (meu) tempo permanece nublado
Às vezes passo por terras que parecem estéries
Outras vezes, longe, muito longe, percebo alguma cor,
penso ouvir o riso de um riacho
O último animal que vi foi um cachorro que me acompanhou
por algum tempo...
Sem nada a oferecer a ele...Simplesmente sumiu...
Embora um tanto solitária a jornada não é de todo maçante
Afinal de contas, é a minha estrada, é a minha jornada...
Certamente tenho que fazê-la sozinho
De quando em quando eu sento, descanso, me alimento com imaginação
De quando em quando afasto os pensamentos que me impelem a
sonhar com outra estrada, outra jornada
Não...Não quero outros caminhos...
Quero meus caminhos, minha estrada, minha jornada...
Ainda que me levem...
Rigorosamente...
A lugar nenhum...
Vejo alguns atalhos...Retornos, nenhum...
De quando em quando sopra uma brisa, o sol aparece...
Mas em geral o (meu) tempo permanece nublado
Às vezes passo por terras que parecem estéries
Outras vezes, longe, muito longe, percebo alguma cor,
penso ouvir o riso de um riacho
O último animal que vi foi um cachorro que me acompanhou
por algum tempo...
Sem nada a oferecer a ele...Simplesmente sumiu...
Embora um tanto solitária a jornada não é de todo maçante
Afinal de contas, é a minha estrada, é a minha jornada...
Certamente tenho que fazê-la sozinho
De quando em quando eu sento, descanso, me alimento com imaginação
De quando em quando afasto os pensamentos que me impelem a
sonhar com outra estrada, outra jornada
Não...Não quero outros caminhos...
Quero meus caminhos, minha estrada, minha jornada...
Ainda que me levem...
Rigorosamente...
A lugar nenhum...
terça-feira, 2 de fevereiro de 2016
Assinar:
Comentários (Atom)
POSTAGENS MAIS VISITADAS
-
Pra que correr atrás do tempo Pra que fingir que corro como o vento Pra que correr se só posso chegar a um lugar E neste lugar não tenho...
-
Fico perplexo com a vontade que sinto em continuar a existir.
-
Ainda assim, tenho a alma corrugada
-
A estrada à minha frente está mais curta, mais estreita Vejo alguns atalhos...Retornos, nenhum... De quando em quando sopra uma brisa, o s...
-
Arrastar meu corpo até o campo Apertar minhas veias e prendê-las com um grampo Avistar o pássaro e escutar seu canto Abrandar a dor que v...