Se nasci em pecado, não deveria jamais ter nascido
Posto que, mesmo ainda não formado, não acreditava em
culpa, perdão, arrependimento...!!!
Se nasci em pecado, não deveria jamais me tornado o que sou
Se nasci em pecado, não deveria jamais julgar os vivos
Posto que meu julgamento, sobre os vivos, não são nem dignos de serem mencionados
Se nasci em pecado, decido: Vou viver em pecado, até o fim...
quarta-feira, 20 de abril de 2016
terça-feira, 8 de março de 2016
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016
Eu quero
Arrastar meu corpo até o campo
Apertar minhas veias e prendê-las com um grampo
Avistar o pássaro e escutar seu canto
Abrandar a dor que vejo no teu pranto
Avaliar se eu mereço tanto
Apertar minhas veias e prendê-las com um grampo
Avistar o pássaro e escutar seu canto
Abrandar a dor que vejo no teu pranto
Avaliar se eu mereço tanto
Paro, penso
Pra que correr atrás do tempo
Pra que fingir que corro como o vento
Pra que correr se só posso chegar a um lugar
E neste lugar não tenho pressa de chegar
Pra que fingir que corro como o vento
Pra que correr se só posso chegar a um lugar
E neste lugar não tenho pressa de chegar
Um pouco de poeira
A estrada à minha frente está mais curta, mais estreita
Vejo alguns atalhos...Retornos, nenhum...
De quando em quando sopra uma brisa, o sol aparece...
Mas em geral o (meu) tempo permanece nublado
Às vezes passo por terras que parecem estéries
Outras vezes, longe, muito longe, percebo alguma cor,
penso ouvir o riso de um riacho
O último animal que vi foi um cachorro que me acompanhou
por algum tempo...
Sem nada a oferecer a ele...Simplesmente sumiu...
Embora um tanto solitária a jornada não é de todo maçante
Afinal de contas, é a minha estrada, é a minha jornada...
Certamente tenho que fazê-la sozinho
De quando em quando eu sento, descanso, me alimento com imaginação
De quando em quando afasto os pensamentos que me impelem a
sonhar com outra estrada, outra jornada
Não...Não quero outros caminhos...
Quero meus caminhos, minha estrada, minha jornada...
Ainda que me levem...
Rigorosamente...
A lugar nenhum...
Vejo alguns atalhos...Retornos, nenhum...
De quando em quando sopra uma brisa, o sol aparece...
Mas em geral o (meu) tempo permanece nublado
Às vezes passo por terras que parecem estéries
Outras vezes, longe, muito longe, percebo alguma cor,
penso ouvir o riso de um riacho
O último animal que vi foi um cachorro que me acompanhou
por algum tempo...
Sem nada a oferecer a ele...Simplesmente sumiu...
Embora um tanto solitária a jornada não é de todo maçante
Afinal de contas, é a minha estrada, é a minha jornada...
Certamente tenho que fazê-la sozinho
De quando em quando eu sento, descanso, me alimento com imaginação
De quando em quando afasto os pensamentos que me impelem a
sonhar com outra estrada, outra jornada
Não...Não quero outros caminhos...
Quero meus caminhos, minha estrada, minha jornada...
Ainda que me levem...
Rigorosamente...
A lugar nenhum...
terça-feira, 2 de fevereiro de 2016
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