Assistindo àquela reação destemperada, a angústia tomou conta de mim.
Aquela que posa com altivez, mais uma vez, se torna descoberta, e revela
toda a fúria contida, reprimida até e explode com quem, sequer, tem pleno
conhecimento do que faz, de suas atitudes, das consequências das mesmas,
ainda que não graves, ainda que não fundamentais.
Aquela que posa com altivez, mais uma vez, se revela, se descortina,
exibindo sob a arrogante "capa", uma natureza não raro, perversa.
Angustiado estava, angustiado prossigo.
A angústia é persistente. Fere. Faz doer. Mina toda resistência.
A angústia corrói todo sentimento restante.
De fato, em alguns momentos, (sobre)viver é, simplesmente, angustiante.
domingo, 19 de julho de 2015
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